(A minha) Moda sustentável

Para mim, slow fashion é uma moda sustentável, ética e consciente. Começa na sua produção, com respeito pelo meio ambiente e os agricultores e termina na sua fase final em que é descartada.

 

Não podendo influenciar a indústria da moda, senão através de um consumo responsável e através de um maior respeito pelo custo ambiental de cada peça de roupa, vestuário ou calçado, procuro ajustar os meus comportamentos aos meus valores.

 

Comecei por comprar algodão biológico. E como só o encontrava em cadeias como a C&A e H&M, foi aí que fui fazendo as últimas compras. Porém, depois surge a outra questão: quem faz as minhas roupas?

Na fábrica em Dahka, eram construídas peças para marcas como Mango, Primark ou Benetton.

E aquelas calças de ganga com com look “distress”? Isso é feito com máquinas de jacto de areia. É estimado que a esperança de vida desses trabalhadores seja de 30 anos. Eu repito, 30 anos de idade.

E por falar em idade, o trabalho infantil é uma realidade nas linhas de produção da fast fashion.

 

Por isso, cada vez mais, opto por não comprar ou comprar apenas usado. Porque a ignorância pode manter-te inocente até determinado nível, mas o conhecimento torna-te cúmplice.

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